Helton. O desperdício da “mística”, segundo Cajuda

Helton. O desperdício da “mística”, segundo Cajuda
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Histórico guarda-redes abandona o Dragão após 11 anos de ligação. Manuel Cajuda, o seu primeiro treinador em Portugal, lamenta a saída.

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Manuel Cajuda, o primeiro treinador de Helton em Portugal, confessa-se triste com a rescisão do guarda-redes com o FC Porto.

O técnico português foi o primeiro a orientar o brasileiro em Portugal, então na União de Leiria (2002/03). Em declarações a Bola Branca, esta terça-feira, Cajuda explicou que, com a saída do guardião, ao fim de mais de uma década, os dragões perdem a tão falada “mística”.

“Vejo com tristeza o facto de o Helton ter de abandonar o FC Porto e, provavelmente, o futebol português. Helton ainda transportaria, entendo eu, aquilo que o FC Porto mais se lamentou nas últimas duas, três épocas: o perder de alguma a mística, num clube ganhador, ou quase sempre ganhador”, referiu o treinador.

Aliás, Cajuda lembrou outro veterano, Gianluigi Buffon, defensor das redes da selecção italiana, para questionar a validade da opção dos dragões. “Poderão dizer-me que será a idade, mas depois de ver o Buffon a jogar com 40 anos, a idade é secundária. Mas respeito a grandeza do FC Porto e as suas decisões. É soberano”, assegurou.

Terminado o ciclo no Dragão, o técnico luso não advoga que Helton continue a jogar. “O brilhantismo que exibiu no FC Porto não deve ser perdido em equipas secundárias”, defendeu.

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